....Foi então que em 25 de julho de 2006, fui convencida a
comprar um teste de farmácia...mas fazê-lo, era outra história.
Me lembro de dois eventos que já tinham me dado uma
resposta, mas eu não queria me dar esperança, o medo era maior que eu...depois
conto quais foram.
Estava em São Paulo na casa da minha sogra, e elas queriam
que eu fizesse o exame, mas eu não tinha coragem, já tinha ido duas vezes ao
banheiro saia um rio de xixi, mas deixava o exame lá.
E então resolvi acabar com tudo ou ganhar tudo, vamos
apostar todas as fichas, e lá fui eu ao banheiro pela enésima vez.
Não percebi que minha cunhada e sogra foram atrás de mim. Eu
tremia igual vara verde, ai eu não sabia se fazia o xixi no teste, ou devia ter
pego um copinho, bem, decidi fazer no tal local indicado...
E...Fiz na porcaria da janelinha, e estava escrito, NÃO
fazer na janelinha, pois pode comprometer o exame...,Mas eu já havia feito e
nem dois segundos e estava lá o risquinho “grávida”.
Foi então que chamei o Claudio, para dizer a ele que o exame
estava errado, porque havia molhado a janelinha…Mais uma desculpa para não
creditar, OH sentimento de negação, OH medo.
Porém, neste ponto, estava lá na porta do banheiro todo
mundo kkkk. E eu com as calças abaixadas....
Todos pulando e comemorando a
vinda de um bebê.
Liguei ao médico e já agendei todos os exames, para a semana
seguinte, pois eu iria voltar a Ribeirão Preto apenas na semana seguinte.
Eita espera ruim, mas uma entre tantas na minha vida.
Em novembro de 2006, a pessoa achava que tinha uma super barriga.
E foram 30 semanas de gestação tranquilas...Minto... 28
semanas tranquilas.... (para aqueles que não entendem das intermináveis semanas
– aproximadamente 6 meses e meio).
Como diz minha amiga Paula (gravidinha hoje, com uma
história também de luta), “viver em semanas é muito ruim”.

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